🟠 Multas de cripto já renderam R$ 8,3 mi à Receita Federal
MAIS: Itaú entra em teste da Swift com depósitos tokenizados | Atualização do Bitcoin é ignorada por mineradores | BONK DAO é roubada por votação
🟠 Receita arrecada milhões em multas com cripto
⚖️ A Receita Federal arrecadou R$ 8,3 milhões em multas por omissão, erro ou atraso na prestação de informações sobre operações com criptoativos entre 2020 e abril de 2026. O dado consta em resposta do Ministério da Fazenda a um requerimento do deputado Kim Kataguiri (União-SP) e se refere ao código de arrecadação 5720, ligado ao descumprimento da obrigação criada pela Instrução Normativa RFB nº 1.888, de 2019.
A Instrução Normativa RFB nº 1.888/2019 instituiu a obrigatoriedade de prestação de informações sobre operações com criptoativos à Receita Federal. Ela exige o envio mensal de dados detalhados de compra, venda, permuta, doação e transferência de ativos digitais.
A arrecadação com esse tipo de multa saltou de R$ 40,7 mil em 2020 para R$ 3,28 milhões em 2025, maior valor anual da série. Em 2024 o total havia sido de R$ 1,83 milhão, e até abril de 2026 as multas somavam R$ 818,9 mil. A cobrança vale para pessoas físicas e jurídicas.
Apesar dos dados de multas, a Receita afirmou não conseguir informar, de forma consolidada, quanto arrecadou de Imposto de Renda com operações cripto desde 2019. Para empresas, não havia código específico que separasse ganhos com criptoativos de outras receitas. Para pessoas físicas, a tributação sobre ganho de capital era feita pelo código genérico 4600 até abril de 2026, quando o Ato Declaratório Executivo Codar nº 16, de 30 de abril de 2026, criou o código específico 1897, válido para fatos geradores a partir de maio.
A resposta mostra que os dados já vêm sendo usados em fiscalização. Uma ação piloto de uma unidade da Receita, voltada a inconsistências na apuração de ganho de capital com criptoativos, resultou em cerca de R$ 54 milhões em créditos tributários constituídos de ofício — valores lançados que ainda podem ser pagos, parcelados ou contestados. Um levantamento adicional identificou mais de R$ 4,6 milhões em multas aplicadas a partir de 2025.
A IN 1.888 foi substituída pela IN RFB nº 2.291, de 2025, que criou a DeCripto, nova declaração alinhada ao padrão da OCDE para troca internacional de informações. A Receita afirmou que a DeCripto amplia a capacidade de rastrear operações, inclusive as feitas no exterior por residentes no Brasil, enquanto os próprios dados enviados ao Congresso mostram que medir a arrecadação específica com cripto ainda é difícil, mesmo num mercado que movimenta bilhões de reais por ano.
Saiba mais sobre a DeCripto aqui:
🟠 Itaú vai testar pagamentos internacionais tokenizados do Swift
🇧🇷 O Itaú Unibanco está entre os 17 bancos globais que vão testar transações internacionais com depósitos tokenizados numa nova infraestrutura blockchain do Swift, cooperativa que opera uma das principais redes de mensagens financeiras do mundo.
O Swift (sigla de Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication) é uma sociedade cooperativa de propriedade de bancos-membros que opera a principal rede de mensagens financeiras do mundo. Ele não transfere o dinheiro em si, apenas envia as instruções padronizadas que dizem a cada banco para onde e quanto pagar.
Na prática, cada instituição tem um código único de identificação e troca mensagens seguras por essa rede — o banco que recebe a ordem debita e credita as contas correspondentes, e é assim que a maioria dos pagamentos entre países é processada.
O Swift anunciou que seu livro-razão baseado em blockchain está pronto para uso inicial e será testado por bancos de seis continentes, com a promessa de pagamentos 24 horas por dia, sete dias por semana.
Além do Itaú, participam Citi, HSBC, BNP Paribas, BNY, DBS, Standard Chartered, UBS, Wells Fargo, MUFG, Lloyds e ANZ. A infraestrutura funciona como uma camada de orquestração para depósitos tokenizados emitidos pelos próprios bancos, permitindo movimentar recursos em horários em que os sistemas tradicionais têm limitações, sem abrir mão dos controles de compliance e risco já usados no mercado.
Um ativo tokenizado é um bem do mundo real — como um depósito bancário, um título, um imóvel ou uma ação — representado por um registro digital em uma blockchain. Esse “token” funciona como um comprovante que espelha o valor do ativo original, permitindo que ele seja transferido e negociado de forma mais rápida e a qualquer hora, sem depender dos horários e da burocracia dos sistemas tradicionais.
O projeto saiu da fase conceitual para a ativação em nove meses e reforça a disputa sobre qual infraestrutura conduzirá a próxima fase dos pagamentos globais.
O movimento ocorre pouco depois de Itaú e Bradesco aparecerem entre as mais de 140 empresas da Open Standard, iniciativa que lançou a Open USD (ticker OUSD), stablecoin em dólar apoiada por Visa, Mastercard, Coinbase, BlackRock, Stripe e Mercado Libre.
🟠 Fork do Bitcoin caminha para o fracasso
⛓️ Uma proposta chamada BIP-110 tenta mudar uma regra do Bitcoin para limitar, por um ano, o registro de conteúdos que não são dados de transferência de BTCs (dados monetários) na rede — como imagens e textos gravados via Ordinals. A ideia dos autores é manter o Bitcoin focado no seu uso original, como sistema de pagamentos. Mas a proposta esbarra num problema: quase ninguém que sustenta a rede quer adotá-la.
BIP é a sigla de Bitcoin Improvement Proposal (Proposta de Melhoria do Bitcoin). É um documento padronizado no qual qualquer desenvolvedor pode sugerir mudanças ou novas funcionalidades para a rede Bitcoin, que então são debatidas pela comunidade antes de serem adotadas ou rejeitadas — como a BIP-110, a de número 110 nessa fila de propostas.
Formalmente chamada de Soft Fork Temporário de Dados Reduzidos, a medida restringiria por um ano o uso do campo OP_RETURN e de outros caminhos que carregam dados arbitrários, como as inscrições de Ordinals, para reorientar a rede ao uso como dinheiro.
Um fork é uma mudança nas regras de uma blockchain, que pode dividir a rede em duas versões quando parte dos participantes adota a alteração e parte não. No soft fork, a mudança é compatível com as regras antigas — os nós que não atualizarem ainda conseguem operar na rede, o que a torna uma alteração mais suave (é o caso da BIP-110). Já no hard fork, a mudança é incompatível com a versão anterior, obrigando todos a atualizarem; quem não o fizer acaba separado em uma rede própria, o que pode dar origem a uma nova moeda — como aconteceu quando o Bitcoin Cash se separou do Bitcoin.
Ordinals são um sistema que permite gravar conteúdos como imagens, textos ou vídeos diretamente em uma fração de Bitcoin (um satoshi), funcionando de forma parecida com um NFT (token não-fungível), mas registrado dentro da própria blockchain do Bitcoin. É esse tipo de dado “não financeiro” que a BIP-110 quer limitar.
Para valer, a BIP-110 precisaria do apoio dos mineradores, que são quem processa as transações e adiciona novos blocos à rede. O sinal de apoio deles nunca passou de cerca de 1% e está em zero no período atual, sem nenhum grande grupo de mineração por trás. Entre os nós — os computadores que guardam e validam a blockchain — a adesão também é mínima. Sem esse respaldo, a regra simplesmente não se impõe à rede toda.
Duas das vozes mais influentes do setor reforçaram a rejeição. Michael Saylor, da Strategy, disse que “existem 110 coisas mais perigosas para o Bitcoin do que spam” e alertou que a proposta poderia invalidar transações legítimas que pagam taxas — para ele, o precedente é o verdadeiro risco. Adam Back, um dos primeiros apoiadores do Bitcoin, classificou a medida como “uma tentativa de policiar outras pessoas”, contrária ao princípio de liberdade que sustenta o Bitcoin.
O debate acontece num momento em que a atividade dos Ordinals já está em baixa — menos de 10 mil registros por dia no último mês, contra mais de 400 mil no pico de agosto de 2023. Pelos números atuais, a proposta tende a criar, no máximo, uma pequena rede paralela, e não uma mudança para todos os usuários do Bitcoin.
🟠 BONK DAO é roubada por votação
🐕 A BONK DAO, que governa a memecoin BONK na rede Solana, perdeu cerca de US$ 21,2 milhões de sua tesouraria sem que nenhum contrato inteligente fosse invadido. Segundo a Chainalysis, o atacante não quebrou o código — ele explorou a própria regra de votação da DAO.
DAO (sigla em inglês para Organização Autônoma Descentralizada) é uma comunidade que administra um projeto cripto de forma coletiva, sem chefe central. As decisões — como usar o dinheiro do caixa ou mudar regras — são tomadas por votação, onde cada participante vota na proporção dos tokens que possui, e o resultado é executado automaticamente pela blockchain.
Numa DAO, o uso do dinheiro do caixa é decidido por votação, e quem tem mais tokens tem mais votos. Em 30 de junho, uma carteira anônima criou uma proposta simples, transferir toda a tesouraria para um endereço que ela mesma controlava. Para uma proposta passar, bastava reunir votos “sim” equivalentes a 1% do fornecimento de BONK.
Acima, o fluxo on-chain do ataque, mapeado pela Chainalysis. A BONK DAO teve US$ 21,2 milhões drenados para a carteira do explorador (”BONK DAO Exploiter”), que enviou US$ 19,3 milhões para a Wallet 1 — endereço também ligado ao “Malicious BONK Voter”, o votante que orquestrou o golpe. Outros US$ 188 mil seguiram para a Wallet 2 e de lá para uma exchange, provável tentativa de saque.
Entre 4 e 5 de julho, gastou US$ 4,4 milhões comprando esse 1% em exchanges e empréstimos DeFi e, numa votação de baixíssima participação, votou sozinho a favor da própria proposta. Como não havia timelock nem quórum mínimo real para barrar algo anômalo, a aprovação executou automaticamente e esvaziou o caixa.
Em 6 de julho, com o desvio feito, US$ 188 mil foram para uma exchange e US$ 19 milhões seguiram para uma carteira multisig, onde ainda estão parados. O BONK caiu cerca de 8% e a DAO afirmou trabalhar com autoridades, a Solana Foundation e exchanges para recuperar os fundos.
📅Semana em Cripto (13/07/2026)
🗓 Eventos na semana que impactam o mercado de criptoativos
1️⃣ Criptoativos 📊
Bitcoin (BTC) negocia perto de US$ 64.200, alta de cerca de +4% em 7 dias, recuperando de patamares próximos de US$ 62 mil no início do período. Mesmo assim, o índice de medo e ganância segue em 26 (Medo), oscilando entre 22 e 28 na semana — preço reagindo, sentimento ainda travado.
Altcoins tiveram desempenho misto. ETH subiu +3,3% para a casa de US$ 1.800; SOL foi o destaque, com +10,8% em 7 dias, negociando ~US$ 77; XRP ficou praticamente estável em torno de US$ 1,10, ainda perto da mínima de 19 meses (US$ 1,01) tocada no fim de junho.
ETFs spot de BTC voltaram a captar, com 3 pregões seguidos de entradas somando cerca de US$ 510 milhões e encerrando uma sequência de 10 dias e US$ 2,73 bilhões de saídas. O IBIT da BlackRock liderou (um dia sozinho com US$ 209 milhões). Nos ETFs de ETH, entradas modestas de ~US$ 29 milhões, com o BTC atraindo cerca de 9x mais capital.
Strategy (MSTR) deu mais um passo defensivo — depois de pausar as compras no fim de junho, agora vendeu 3.588 BTC por ~US$ 216 milhões para bancar dividendos de suas preferenciais, a primeira venda da história da empresa. A tesouraria caiu de 847.363 para 843.775 BTC. Sinal simbólico para o setor de tesourarias corporativas, que vinha tratando a Strategy como o comprador que "nunca vende".
Desbloqueios de tokens da semana somam cerca de US$ 200 milhões, liderados por PUMP, HYPE e APT. A diluição relativa é modesta na maioria dos nomes, mas concentra pressão de oferta em ativos de menor liquidez e mexe mais com posicionamento em derivativos do que com o spot.
Regulação volta ao radar com o retorno do Senado dos EUA em 13/07. O CLARITY Act segue travado por três impasses, e restam ~3 semanas úteis antes do recesso de agosto — visto como a última janela realista para 2026 (mercados de previsão precificam aprovação em 42–50%, ante 82% em fevereiro). Em paralelo, a SEC avança regras próprias, incluindo a Regulation Crypto, primeira isenção de captação cripto-específica.
Estrutura de curto prazo permanece de consolidação. Preço se recuperando mas ainda em zona de Medo, fluxo de ETFs recém-virado positivo e agenda macro carregada nos EUA sugerem que a semana deve ser guiada mais pelos dados de inflação do que por fatores cripto-específicos.
2️⃣ Macroeconomia 🌎
EUA têm a semana dominada pela inflação. O CPI de junho sai na terça (14/07), com expectativa de 3,9% no headline anual e 2,9% no núcleo — ambos bem acima da meta de 2% do Fed. O PPI vem na quarta (15/07) e as vendas no varejo na quinta (16/07).
Fed entra em foco com a primeira ida ao Congresso do presidente Kevin Warsh (empossado em 22/05) na quarta (15/07). O mercado observa o tom após dados de emprego mais fracos, num momento em que Warsh busca reforçar a credibilidade antiinflacionária da autoridade. Não há reunião do FOMC nesta semana.
Brasil segue com a Selic em 14,25% após o corte de 0,25 p.p. em junho, e o Copom manteve tom conservador — novos cortes não estão garantidos e a próxima decisão só em agosto. A projeção de IPCA para 2026 está em 5,2%, ainda acima do teto da meta.
Petróleo subiu na semana. O Brent rondou US$ 76 (ganho de ~6%) e o WTI, ~US$ 71, com prêmio de risco reativado por novos ataques entre EUA e Irã que atrapalham o tráfego de navios pelo Estreito de Hormuz. Do lado da oferta, os Emirados Árabes elevaram a produção a recorde para compensar disrupções.
Geopolítica volta a pesar. O cessar-fogo entre EUA e Irã foi dado como efetivamente encerrado, embora as negociações sigam abertas. Como o Estreito de Hormuz escoa cerca de 20% do petróleo e gás do mundo, qualquer escalada tende a se transmitir rápido para energia e inflação.
Leitura geral — a semana é de dados sobre narrativa. Inflação americana acima da meta, um Fed mais duro sob Warsh e o risco geopolítico no petróleo mantêm o pano de fundo cauteloso para ativos de risco. No cripto, a recuperação de preço e o alívio nos fluxos de ETFs ajudam na margem, mas o mercado ainda opera em Medo e à espera do CPI para definir direção.
⚡️Flash Notes
🇧🇷 CGU e PF bloqueiam R$ 9 milhões, incluindo cripto, em operação contra rachadinha em Rondônia
A Operação Reduto, deflagrada na quinta-feira (9), mira um esquema de fraudes em licitações e desvio de recursos públicos; a Justiça autorizou o bloqueio de até R$ 9 milhões em contas e reservas mantidas em corretoras de criptomoedas.
🎯 Standard Chartered reafirma meta de US$ 100 mil para o Bitcoin no fim do ano
O banco britânico manteve a projeção e classificou o BTC como “compra clara” perto de US$ 64 mil, tratando os problemas da Strategy com sua ação preferencial como ruído de comunicação, não risco de solvência.
🇺🇸 Democratas pedem audiências sobre os laços de Trump com cripto antes da votação do CLARITY Act
Cinco senadores querem investigar as implicações de segurança nacional das participações do presidente, que declarou cerca de US$ 1,4 bilhão em ganhos com cripto, enquanto o Senado analisa a lei de estrutura do mercado de ativos digitais.
⚖️ Com presença do STF, TJSP cria varas especializadas e cobra conhecimento em cripto de juízes
O tribunal paulista inaugurou estruturas focadas em crime organizado e lavagem de dinheiro; o ministro Edson Fachin destacou o desafio de rastrear criptomoedas usadas por facções em esquemas financeiros.
🚗 Detran-DF estuda uso de blockchain em seus serviços
O órgão publicou instrução criando uma equipe com 60 dias para elaborar estudo técnico sobre um laboratório de inovação em blockchain, ampliando o uso da tecnologia que já aplica no emplacamento inteligente desde 2023.
🕵️ GAFI defende parcerias público-privadas contra crimes financeiros, com atenção às corretoras cripto
Relatório do órgão mapeia ao menos 84 parcerias no mundo e aponta que pequenas corretoras de ativos virtuais podem não ter capacidade de participar, criando lacunas na detecção de atividades suspeitas.
🐋 Baleias americanas impulsionam Bitcoin de volta aos US$ 64 mil, diz CryptoQuant
A plataforma atribuiu a alta de julho à demanda de grandes investidores nos EUA, após o Coinbase Premium recuperar sua média móvel de 14 dias, sinal considerado decisivo para a força de curto prazo.
🎲 Wall Street aperta regras para apostas de funcionários em mercados de previsão
Goldman Sachs, Morgan Stanley e Bank of America passaram a restringir negociações em plataformas como Polymarket e Kalshi por temor de uso de informação privilegiada, em meio a casos recentes de insider trading.
⚡ Estudo de Cambridge coloca o Ethereum entre as redes PoS mais eficientes
O centro estimou consumo de 7,87 GWh por ano e a segunda menor intensidade energética por valor de mercado entre as redes de prova de participação, atrás só da BNB Chain e cerca de 8,5 vezes mais eficiente que a Solana.
💼 Ripple chegou a considerar encerrar operações e distribuir XRP aos acionistas, diz CEO
Brad Garlinghouse afirmou que ele e Chris Larsen pensaram em fechar a empresa após o processo da SEC em 2020, mas optaram por brigar na Justiça — decisão que preservou empregos e custou cerca de US$ 150 milhões em honorários.
🛡️ Zcash confirma upgrade Ironwood para 28 de julho após bug no pool Orchard
A atualização aposenta o pool de transações blindadas atingido por uma falha de “infinito” e cria um ponto de checagem que pode expor eventuais ZEC falsificados; o token chegou a perder metade do valor após a divulgação do bug.
🎮 Sony Bank recebe aprovação condicional do OCC para trust de stablecoin de US$ 40 milhões nos EUA
A Connectia Trust, sediada em Nova York, deve emitir uma stablecoin em dólar para pagamentos de conteúdo digital no ecossistema Sony, incluindo PlayStation e Crunchyroll, com operação prevista para 2027.
🤖 MoonPay leva seu assistente de IA MoonAgents para o Telegram
A integração permite rodar análises de mercado e preparar transações pelo celular, mantendo conversas, dados de conta e chaves privadas armazenados apenas no computador local do usuário.
🇺🇸 DOJ deve retirar acusações contra suposto líder do esquema BitClub, de US$ 722 milhões
Segundo a Bloomberg, o Departamento de Justiça ordenou o arquivamento do caso contra Matthew Goettsche, apontado como mentor da pirâmide de mineração, após lobby de advogados ligados ao governo Trump; três corréus já se declararam culpados.









